<br>Extrema-direita<br>assina pacto na Polónia
O partido conservador polaco Lei e Justiça (PiS) do presidente Lech Kaczynski e do seu irmão gémeo Jaroslav, vencedor das legislativas de Setembro passado na Polónia, assinaram na quinta-feira, dia 2, uma aliança de governo com as duas formações católicas de extrema-direita representadas no parlamento – os populistas Samoobrona (Autodefesa) e a Liga das Famílias Polacas.
A cadeia católica de televisão Trwam foi o único órgão convocado para cobrir o acto de assinatura do acordo, facto que motivou um protesto da restante comunicação social que se recusou a comparecer na conferência de imprensa organizada para divulgar os objectivos do documento.
O acordo permite aos irmãos Kaczynski dispor finalmente de uma maioria de 248 deputados num total de 460 e, embora não preveja a participação directa dos aliados no governo, garante o seu apoio na aprovação de uma pacote de 144 projectos de lei destinados a «reformar o país em profundidade».
«A assinatura do pacto significa antes de mais uma mudança radical, uma grande depuração do Estado, uma nova política económica que terá em conta os mais necessitados e não apenas os beneficiários das transformações dos últimos 16 anos», afirmou o líder do PiS, Jaroslav Kaczynski.
A cadeia católica de televisão Trwam foi o único órgão convocado para cobrir o acto de assinatura do acordo, facto que motivou um protesto da restante comunicação social que se recusou a comparecer na conferência de imprensa organizada para divulgar os objectivos do documento.
O acordo permite aos irmãos Kaczynski dispor finalmente de uma maioria de 248 deputados num total de 460 e, embora não preveja a participação directa dos aliados no governo, garante o seu apoio na aprovação de uma pacote de 144 projectos de lei destinados a «reformar o país em profundidade».
«A assinatura do pacto significa antes de mais uma mudança radical, uma grande depuração do Estado, uma nova política económica que terá em conta os mais necessitados e não apenas os beneficiários das transformações dos últimos 16 anos», afirmou o líder do PiS, Jaroslav Kaczynski.